Início Blog COMUNICAÇÃO, CRIATIVIDADE E INOVAÇÃO #007

COMUNICAÇÃO, CRIATIVIDADE E INOVAÇÃO #007

Hoje, o post não está pra brincadeira (tá, até tem umas duas, mas só porque ninguém é de ferro). Marcas queridas dos brasileiros, Uber e Netflix, estão enfrentando problemas sérios e as respectivas equipes de comunicação terão dias complicados pela frente. Outro tópico importante para você se manter bem informado é que automatização das tecnologias está avançando e, se nem o frescobol foi poupado, logo, o carro voador dos Jetsons poderá ser realidade – questão de 3 anos. Além disso, trazemos ações legais de marcas no Lollapalooza, novidades nas mídias sociais e outras ideias criativas.

Tempo estimado de leitura: 7m30s

Lollapalooza 2018

1. Lollapalooza: “Se o Lollapalooza alegava ter algum espírito independente, isso ficou no passado. Hoje é um evento em que o artístico está lado a lado do pensamento corporativo. Não é surpresa que todos os palcos tenham sido batizados com o nome dos patrocinadores. Mas ainda assim espanta a invasão das ações promocionais.” Thiago Ney, da Folha de São Paulo. Vamos, então, para as principais e mais legais ações do festival:

2. Uber: Você, que acompanha o blog, bem sabe que a equipe de comunicação da Uber tem enfrentado problemas difíceis. Na semana passada, a empresa se envolveu numa tragédia que piorou ainda mais a situação. Já é sabido que carros que andam sozinhos, ou seja, sem uma pessoa no volante, estão no meio de nós – nos Estados Unidos, ao menos. A Uber já estava fazendo corridas assim, porém, com um motorista a bordo, por dois motivos: Diminuir o receio de passageiros e, principalmente, possibilitar uma intervenção humana caso fosse necessário. É o terceiro nível de automação possível (são cinco), no qual o motorista deve estar pronto para pegar o volante de uma hora pra outra.

Os concorrentes, Ford e Waymo (Google), vão direto para o quarto nível, que depende menos de um humano presente. É provavelmente o futuro dos carros não só pela praticidade, mas, para muitos, pela segurança. Afinal, retira-se o elemento mais imprevisível da direção: A pessoa. Porém… No estado do Arizona, uma mulher foi atropelada por um carro autônomo da Uber e faleceu. É o primeiro caso conhecido de um acidente envolvendo um carro que se dirige sozinho. A polícia diz que a empresa pode não ter tido culpa no acidente, mas o carro estava acima da velocidade permitida. De imediato, a Uber suspendeu toda a pesquisa na área.

++ “Na Waymo, temos muita confiança de que nossa tecnologia seria capaz de lidar com uma situação como aquela”, disse John Krafcik, CEO da empresa.

++ Mesmo assim, os carros autônomos seguirão avançando.

3. Carros Voadores: Enquanto muitos estão pensando nos carros que dirigem sozinhos, outros estão com o pensamento nas alturas! No caso, o trocadilho ruim é pra dizer que Larry Page, um dos confundadores do Google, está trabalhando com a startup Kitty Hawk para desenvolver táxis aéreos, elétricos e, também, autônomos.  Espera-se que a tecnologia já esteja no mercado da Nova Zelândia – país em que os testes estão sendo feitos – em três anos.

4. Redes e Apps:

++ Youtube vai lançar um filme próprio. Se chamará Vulture Clube e será um thriller com Susan Sarandon. Ah, e alguns youtubers irão falar sobre Fake News para crianças.

++ Instagram liberou o recurso de comprar pelo app.

++ Facebook: A empresa do Zuck ainda está enfrentando problemas sérios desde a semana passada devido ao vazamento dos dados de 50 milhões de usuários. Muito trabalho para a equipe de comunicação. Estamos preparando um post especial sobre isso.

Selton Mello em O Mecanismo

5. Netflix: O serviço de streaming recebeu críticas por parte da esquerda brasileira brasileira devido ao lançamento da série O Mecanismo, estrelada por Selton Mello e dirigida por José Padilha. A trama é livremente baseada na Lava-Jato e estava em desenvolvimento desde 2016. Porém, alguns assinantes têm visto um viés ideológico de direita na série, lançada em ano de eleição, o que levou a um movimento de boicote.

Até Dilma Rousseff se manifestou: “Na série de TV, o cineasta ainda tem o desplante de usar as célebres palavras do senador Romero Jucá (PMDB-RR) sobre “estancar a sangria”, na época do impeachment fraudulento, num esforço para evitar que as investigações chegassem até aos golpistas. O estarrecedor é que o cineasta atribui tais declarações ao personagem que encarna o presidente Lula.”José Padilha se defendeu das críticas, dizendo que a série é uma crítica ao sistema como um todo e chamou o comentário de Dilma Rousseff de “boboca”.

++ Depois de passar anos pagando pelo uso da fonte Gotham, a Netflix decidiu lançar a sua própria.

 

+++ Sorvetes de sabor inusitado chamam a atenção para a poluição da água.

+++ Turbinaram o frescobol para, finalmente, saber quem é que ganha esse jogo.

+++ Nike se une a Happn para estimular um primeiro encontro diferente: uma corrida (uma ideia criativa, mas, se querem a minha opinião, sucesso mesmo vai ser quando unirem Tinder e Netflix).

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